Mapeamento das experiências agroecológicas está disponível para consulta na página da Semurb


Mapeamento das experiências agroecológicas está disponível para consulta na página da Semurb
Divulgação/Bju Produções

O relatório sobre o “Mapeamento das Experiências Agroecológicas em Natal”, resultado do projeto "Agroecologia na Cidade", já está disponível para o acesso de toda a população no site da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb). Um total de 113 experiências foram mapeadas na capital potiguar.

Para baixar o arquivo completo, basta acessar o menu “Serviços” e, em seguida, “Publicações”, pelo link.

O projeto "Agroecologia na Cidade” teve como objetivos conhecer e divulgar práticas agroecológicas no Município, promover educação ambiental e impulsionar políticas públicas para a produção de alimentos saudáveis.

Os resultados foram sistematizados no relatório e também em um documentário, que trazem à tona a diversidade de atividades e tipologias de experiências espalhadas pela cidade.

E ele foi possível graças à celebração do Termo de Colaboração 01/2022, assinado entre a Prefeitura de Natal, por meio da Semurb, e a Associação de Apoio às Comunidades do Campo do RN (AACC), com recursos de emenda parlamentar destinada pela vereadora Brisa Bracchi (PT) ao Fundo Único do Meio Ambiente do Município de Natal (FUNAM).

Dados do relatório

Esses dados já foram apresentados à população no Ciclo de Vivências em Educação Ambiental e Práticas Agroecológicas realizados na primeira quinzena de outubro, nas quatro regiões administrativas da cidade. E também no Seminário Final do auditório do IFRN, no dia 24 de outubro, com a presença de representantes das instituições envolvidas no projeto, população e outras autoridades.

Segundo o relatório, o grupo de maior frequência foi o da agricultura familiar (73), seguido pelos quintais produtivos (18), encontrados em zonas mais urbanizadas, tendo em geral acesso a uma área menor e uso intensivo do espaço. Em terceiro estão as hortas escolares (07), que possuem, na maioria, objetivo pedagógico e contribuem efetivamente com a produção de hortaliças, frutas, plantas medicinais, temperos e condimentos.

Os povos e comunidades tradicionais (06), coletivos de pessoas que desenvolvem ações com agricultura urbana, reflorestamento e economia solidária (03), vêm logo depois.

Já o grupo horta terapêutica (2) compõe iniciativas de hospitais públicos com produção de hortaliças, plantas medicinais, frutas e compostagem, com a finalidade de proporcionar complemento às terapias ocupacionais, estimulando o convívio entre pacientes e equipes.

Por fim, no grupo Meio Ambiente e Cultura (2), estão os coletivos que realizam produção de frutas, tubérculos e hortaliças na perspectiva agroecológica associada à preservação ambiental, música, cultura popular e cultura indígena. E uma experiência inscrita tem como atividade a Meliponicultura, por ser uma criação específica e inovadora num bairro central de Natal foi colocada como grupo.

Em relação ao objetivo da produção, o autoconsumo (57) representa o principal, seguido pela comercialização (31), pelo pedagógico (12), pela compostagem (2), pela convivência (1) e outros (10).

Entre os tipos de alimentos produzidos, as experiências realizam uma diversidade de cultivos e produção, sendo mais frequente encontrar frutas, hortaliças e legumes, raízes e tubérculos, e plantas alimentícias não convencionais.

As espécies de frutas mais encontradas foram: banana, caju, manga, coco e acerola. E entre as hortaliças: alface, coentro, cebolinha, couve e tomate, por exemplo.

Também foram mapeadas o número de pessoas à frente das experiências e o perfil demográfico, faixa etária, etnia, os principais desafios do conjunto das experiências, entre outros dados. Bem como foram levantadas propostas de serviços e políticas públicas para a promoção e o fortalecimento das experiências e agroecologia em Natal.

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