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08/08/2018 12:30
  • Famílias assinam contrato do Village de Prata asseguram moradia digna e se livram do medo

O fim do medo. Esse era o principal sentimento da maioria das 224 famílias que assinaram contrato, nesta quarta-feira (8), para receber as chaves das suas unidades habitacionais no condomínio Village de Prata, no Planalto. O empreendimento da Prefeitura de Natal, que já entregou quase 896 unidades a famílias sem teto na capital reuniu os futuros moradores do quarto bloco de apartamentos, denominado José Prudêncio Sobrinho, no auditório do CEMURE, no bairro da Cidade da Esperança.


 

Grande parte dos beneficiados é oriundo da comunidade Camboim, que fica no Bom Pastor e surgiu em 2004, com apenas quatro barracos, mas que atualmente possui cerca de 100 moradias improvisadas.

 

 

Segundo a chefe de setor da Secretaria de Habitação do Município, Marileide Costa e a assistente social Rose Fonseca, a comunidade Camboim convive há anos com o medo da violência, das chuvas e os riscos de incêndio. “São famílias carentes que estão ganhando uma oportunidade na vida. Muitos deles não conseguem dormir”, revela Marileide, funcionária há 25 anos da Prefeitura. “São muitas histórias que acompanhamos”, complementa Rose.

 

 

O secretário da Seharpe, Carlson Gomes comemora mais esse novo passo para a conclusão do condomínio inteiro, que possui 1792 moradias para aquelas famílias inscritas no programa “Minha Casa, Minha Vida”.


 

“Aqui hoje temos 224 famílias, sendo 112 do assentamento Camboim, que é um dos piores de Natal. Isso é uma ação social muito grande que não chega só com a moradia. O Village de Prata vai ter também a sua escola, a sua creche, já tem as suas quadras de esportes, tem suas academias e seus centros. É a Prefeitura dando dignidade a essas famílias. Além disso, faremos todo o acompanhamento de assistência social às famílias”, explicou Carlson Gomes.


 

Esse trabalho de apoio à comunidade dura cerca de 12 meses e conta com ações sociais para formação profissional, lazer, orientação aos síndicos e reflexão sobre o fato de morar em um condomínio. Encerrada essa fase, a própria comunidade inicia o Plano de Desenvolvimento do local.


 

Beneficiaria de uma das unidades, Katiane de Oliveira Silva compareceu ao CEMURE acompanhada do marido e dos dois filhos pequenos. “Para mim representa o início de uma vida nova. Não temos onde morar e eu e meu marido estamos desempregados”, comentou.


 

Nesta quarta-feira e quinta-feira, os beneficiados assinam os contratos e aprovaram a convenção do condomínio, além de escolherem os síndicos. “Ainda não marcamos a data para a entrega das chaves, mas está bem próximo. Depois dessa assinatura acontecem as ligações de água e luz e finalizamos tudo”, explicou o secretário adjunto de habitação da Seharpe, Albert Josua Neto.

 


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