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30/11/2017 16:02
  • Escola Municipal Palmira de Souza realiza Mostra sobre diversidade e sustentabilidade
Manoel Barbosa

“No que a gente é, no que a gente faz, no que a gente pensa; todos têm diferença, desde nascença!”. Retratando a diversidade e o desenvolvimento sustentável, a Escola Municipal Professora Palmira de Souza promove esta semana a III Mostra ParmirARTE com o tema “Cultura e sustentabilidade na escola”. Realizado na instituição de ensino, localizada no conjunto Santa Catarina, Zona Norte, o evento ocorre entre esta quinta-feira (30) e sábado (02).


Para a abertura das atividades foram convidados os autores Cláudia Barbosa, Maurício Garcia e Clenilson Silva, cujas obras foram trabalhadas na escola durante este ano letivo, abordando, entre outros, o tema da mostra. Em seu bate-papo com alunos, pais e professores, Clenilson Silva deixou a mensagem: “Precisamos conversas com as crianças sobre leitura. A leitura nos traz um reflexo sobre o que é cidadania”.


Entre as conversas com os escritores, estudantes apresentaram os temas de suas turmas com música, encenação e leituras. Dentre os trabalhos estiveram a contação de história “O cabelo de Lelê”, de Valéria Belém; uma coreografia da música “Morena de Angola”, de Clara Nunes e encenação do conto popular “O casamento da Princesa”, todos representando a herança e a cultura africana.


A diretora administrativa da escola, Luciana Barbosa, destaca o motivo de escolher a cultura africana para várias das atividades em desenvolvimento na escola: “Nós trabalhamos bastante a cultura brasileira, o folclore indígena, mas a gente esquece da raiz africana. Então este ano alguns eventos da escola prestigiaram essa cultura”.


A gestora aponta a importância de eventos como a Mostra: “A gente percebe como os alunos se envolvem, como gostam. E sabemos também que isso é importante para o desenvolvimento da criança, no sentido de como falar em público e como se colocar em determinadas situações”.


A aluna Júlia Mariana da Silva, de 8 anos, apresentou a história O cabelo de Lelê e afirma: “Eu aprendi que ninguém é igual a ninguém, que todo mundo nasceu diferente”. Raíssa Victória Cruz, de 9 anos, encenou a peça O casamento da Princesa. “O que eu mais gostei foi que a princesa seguiu o coração dela”, contou. Maria Cecília da Silva, também de 9 anos, diz que acha interessante apresentar seus trabalhos e que fez uma pesquisa sobre o frevo: “Eu gosto de aprender sobre culturas diferentes”.


Nos próximos dias, a programação segue com atividades diversificadas dentro do tema norteador da Mostra, realizadas por alunos e convidados. Os estudantes promoverão exposições nas salas de aula, e também participarão do evento voluntários que atuam no espaço da escola, com balé, hip hop e violão.

 


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